quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

OS BENEFÍCIOS DA BANDAGEM ELÁSTICA


 OS BENEFÍCIOS DA BANDAGEM ELÁSTICA



Na #DicaDeFisio dessa semana falaremos sobre um método que é basicamente novo mas também já muito conhecido, principalmente entre os atletas, sejam eles profissionais ou amadores, a BANDAGEM ELÁSTICA FUNCIONAL.

Bastante utilizada por profissionais ou atletas amadores, a Bandagem Elástica Funcional tem auxiliado no tratamento de diversos tipos de lesões e dores musculares.

A Bandagem Elástica contribui com a recuperação da lesão e ao mesmo tempo previne a área lesionada. Seu objetivo é acelerar o processo de recuperação, proporcionar maior estabilidade articular e facilitar a ação muscular da área em que é utilizada.

Por ser um elemento colado à pele, ele estimula os mecanoreceptores, proporcionando um ganho proprioceptivo importante, auxiliando na função muscular. A bandagem elástica também auxilia no alinhamento articular, garantindo sua estabilidade, e no aumento da circulação sanguínea e linfática atuando no combate de edemas e processos inflamatórios.

A aplicação da bandagem elástica depende de sua finalidade específica para o paciente. A fita pode contribuir com o tratamento de diferentes casos, ao proporcionar a correção da função muscular, através de um recrutamento mais apropriado, melhora da circulação sanguínea e linfática, redução da dor, reposicionamento articular e aumento da propriocepção através da excitação dos mecanoreceptores.

QUANDO UTILIZAR?

De acordo com uma avaliação criteriosa de sua ação, pode ser utilizada tanto na área ortopédica, traumatológica e neurológica. Por ser hipoalérgica e não conter agentes farmacológicos não há nenhuma contra indicação quanto ao público alvo, podendo ser aplicada em  crianças, idosos, atletas, pessoas com alterações ortopédicas, etc. Dentre as patologias indicadas estão às bursites, tendinites, lombalgias, contraturas, estiramentos, etc.

COMO APLICAR A BANDAGEM?

A aplicação é feita com a pele limpa, sendo realizado um alongamento e mobilização prévia da área aplicada, e a tensão dada à fita é específica para a utilidade que se destina. Muitas vezes as pessoas buscam informações na internet de como aplicar, e não têm o efeito esperado, acreditando que a fita não traz nenhum resultado. Mas a aplicação só não é eficaz, porque não foi realizada uma avaliação correta.

A aplicação da Bandagem Elástica só pode ser realizada por profissional capacitado com um curso específico de Bandagem Elástica Funcional. Pois se deve ter conhecimento de como avaliar, qual área colocar, e qual força desenvolver na fita ao aderir na pele do paciente.

Por isso aplicação de Bandagem Elástica, só com profissional capacitado.

QUAL TEMPO DE TRATAMENTO?

O tempo do tratamento depende do objetivo que se busca com o paciente. Quando se busca apenas melhorar a função articular e muscular, é aplicada a fita apenas para a prática específica e retirada logo após. Quando se pensa em reabilitação, a bandagem pode ficar aderida a pele por até cinco dias e reaplicada de acordo com a necessidade e avaliação do profissional.

E o melhor, a fita é hipoalérgica, não contém agentes farmacológicos, é permeável e resistente ao calor e ao suor.

Mas atenção, a fita não pode ser aplicada em feridas abertas, por isso é importante consultar um profissional fisioterapeuta para a aplicação correta.


Em Guaçuí essa técnica é aplicada pelo Fisioterapeuta Maikon Mendes Miranda, na Clinica Espaço Saúde/ProVita. Localizado na Av. Emília Miranda Grando, 168, Bairro Quincas Machado (Beira Rio), em Guaçuí-ES.

Para consultas e atendimentos ligue:
(28) 3553-1339 ou (28) 99955-3594

Gostou da dica? Quer saber mais? Aguarde a próxima #DicaDeFisio aqui no Blog da Thaty Fonseca.

Para sugestões de matérias mande um e-mail pra gente: maikonmendesft@gmail.com

Até a próxima.









segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

ABERTA A TEMPORADA TEATRAL DO FERNANDO TORRES


ABERTA A TEMPORADA TEATRAL DO FERNANDO TORRES


Nesta última semana foi oficialmente aberta a temporada de 2019 do Teatro Municipal Fernando Torres, com a apresentação do espetáculo “O menino que virou história”, do Coletivo Guaçuí Em Cena. Além de apresentações para escolas do município, houve ainda uma apresentação para público espontâneo no dia 24 de fevereiro, às 16 horas, com intuito de resgatar a tradição das sessões de domingo à tarde.

O menino que virou história

O Coletivo cumpre a agenda aprovada no edital da Secult-ES nº 004/2018, do Funcultura, para apoio a grupos com novos atores; sendo assim, se apresenta para as Escolas Deocleciano de Oliveira, José Antônio de Carvalho, Eugênio de Souza Paixão, Isaura Marques da Silva, Elvira Bruzzi e Antonio Carneiro Ribeiro, num total de 10 sessões.
A peça é um estímulo à leitura e narra a trajetória de Rafael, um menino que não gosta de ler e que de repente se vê aprisionado dentro de um livro. Ele cruza com diversos personagens do universo literário e sua única chance de sair é lendo a história até o final, ou vai desaparecer para sempre. O espetáculo vale por diversas reflexões, como amizade e aceitação.

O Acerto de Contas com estreia em março



O “O Acerto de Contas” é o mais novo espetáculo do Grupo Gota, Pó e Poeira que estreia em março no Teatro Fernando Torres. Ele traz a conhecida história de Otelo, porém numa nova roupagem, em que se sobressaem o exercício interpretativo dos atores Jacimar Henrique e Ronilson Pires.
As apresentações serão nos dias 23 e 24 de março, às 20 horas, e mostra o diálogo ou o confronto entre um alferes e um general, culpados pelos crimes praticados ao longo de suas vidas.

Para abril nova montagem infantil e de dança



Está agendada para o dia 7 de abril, às 16 horas, o espetáculo A Tenda
Dessa vez a produção traz um espetáculo infantil, que mistura contação de h Viajante, do Rio de Janeiro, com produção de Marcus Magno, da Cia Baiana de Riso, já conhecida de Guaçuí com espetáculos de humor.istória e literatura e narra a trajetória de uma menina de 5 anos acostumada a ouvir histórias e reconhece a importância do livro em suas vida. O objetivo da peça é o resgate da contação de história, das cirandas e do estímulo à leitura.



Já o Coletivo Emaranhado, de Vitória, tem agenda de retorno a Guaçuí no dia 21 de abril, às 20 horas, no Fernando Torres, como o espetáculo Límbico que reúne teatro e dança. A entrada franca será franca!

 Carlos Ola, professor, ator, redator e produtor teatral.



quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Como evitar as lesões que mais atingem as mulheres atletas


Como evitar as lesões que mais atingem as mulheres atletas

Para fechar a semana da mulher seis dicas vão fazê-las livres das dores. Essa é para a mulher que ama praticar esportes: cuide-se para manter-se no salto e, claro, na sua modalidade. Faça atividades, mas não exagere e nem tente alcançar de uma só vez os seus objetivos. Proteja-se! Abaixo estão as seis lesões mais comuns das mulheres atletas: 

Lesão do ligamento cruzado do joelho

É um dos quatro ligamentos que deixam o seu joelho estável. E as mulheres são oito vezes mais propensas que os homens a rompê-lo. Qualquer atividade que exige movimento brusco lado-a-lado, como jogar tênis ou dança, pode levar a uma ruptura. Diminuir o risco através do reforço da musculatura dos isquiotibiais (lateral da coxa), alongamento e fazendo exercícios de agilidade e mudança de direção ajudam a melhorar o reflexo, além da força e equilíbrio no joelho.

Mulheres têm estaticamente mais traumas cranianos e dores de cabeça durante esportes de contato devido aos seus pescoços menores e os músculos mais fracos dessa região. Além disso, o risco da gravidade da concussão pode aumentar com a idade. A mulher também demora mais para se recuperar após o impacto. Se você sentindo dor de cabeça, tontura ou náusea depois de batida ou queda, procure um médico do esporte, e proteja-se com capacete nas modalidades que pedem, como o ciclismo.

Adoramos correr para ficar em forma, mas o excesso de impacto pode desgastar a cartilagem dos joelhos e tornozelos, resultando na dor latejante do joelho do corredor, além dos estalos. Quando as mulheres correm, seus quadris tendem a se voltar para dentro e os músculos das coxas transformar em um ângulo mas aberto. Acabam colocando mais pressão sobre os joelhos diferentemente dos homens, que têm quadris menos largos. A orientação é usar tênis com bom apoio e fortalecer as coxas e pernas com exercícios para estabilizar e melhorar a força muscular das articulações.


Saltar, dançar, andar ou correr são programas que as mulheres amam. Mas também muito rapidamente podem levar a uma fratura por estresse devido ao excesso de impacto. Estas pequenas fissuras no osso ocorrem normalmente na canela e pés. Resultam em dor e alteração de sensibilidade. As mulheres podem ser mais vulneráveis devido à sua menor densidade de massa muscular e óssea, que diminuem com a idade. Evite esta lesão, não fazendo mais que seu corpo suporta no exercício e parando quando sentir dor. Sapatos adequados e uma dieta rica em cálcio e vitamina D são fundamentais.

As mulheres são duas vezes mais propensas a entorses do tornozelo que os homens. São lesões que ocorrem quando você danifica um ligamento no tornozelo numa torção causando inchaço e dor local. A boa notícia é que exercícios de equilíbrio simples podem ajudar a proteger seus tornozelos. Existem rotinas de exercícios de propriocepção que melhoram a estabilidade do tornozelo em apenas um mês. Pergunte ao seu médico!

As mulheres sofrem dos joelhos e tornozelos. Desta vez o menisco ou cartilagem que funcionam como amortecimento entre o fêmur e a tíbia são estatisticamente mais propensos em degenerar mais cedo nas mulheres. Esportes de contato são geralmente a culpa por um menisco lesionado, mas qualquer torção do joelho, mesmo a partir de apenas sair de uma cadeira, pode acontecer. Além disso, à medida que envelhecemos, perdemos fluido lubrificante no joelho, aumentando o risco para esta lesão. Aqui a dica é usar sua musculatura para proteger do impacto, fortalecendo-a e dando suporte para seus treinos!
Ana Paula Simões é Professora Instrutora da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e Mestre em Medicina, Ortopedia e Traumatologia e Especialista em Medicina e Cirurgia do Pé e Tornozelo pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. É Membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia; da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé, da Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte; e da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte.
Enviado por Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo
Rua Dr. Cesário Motta Jr., 61 - Vila Buarque - São Paulo (SP)


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Escoliose Estrutural


Conheça a Escoliose Estrutural



Na #DicaDeFisio dessa semana você conhecerá uma das formas da Escoliose, a chamada ESCOLIOSE ESTRUTURAL

Cerca de 80% dos casos de escoliose estrutural são idiopáticos, ou seja, o diagnóstico não consegue identificar a causa do desvio da coluna.

A escoliose estrutural é uma condição grave e progressiva, que tende a comprometer cada vez mais a qualidade de vida do paciente se não for tratada rapidamente, podendo gerar consequências e desconfortos no dia-a-dia.

Enquanto o tipo funcional geralmente manifesta apenas uma curvatura lateral da coluna, o tipo estrutural apresenta além do desvio para os lados, uma rotação (torção) da coluna em seu próprio eixo, como se você estivesse torcendo um pano após lavar um chão.

As definições mais atuais da condição apontam que não basta definir a escoliose estrutural como um desnível vertebral, pois isso não dá conta da complexidade do diagnóstico.

É, portanto, preciso considerá-la como uma deformidade nos 3 planos do corpo —  frontal, sagital e transversal —, geralmente progressiva e com severo comprometimento da postura.

Além disso, a escoliose estrutural apresenta saliências ou proeminências, devido à rotação vertebral, que são chamadas de gibosidades ou gibas.

Dentro do tipo estrutural, pode-se subclassificar o desvio em:

IDIOPÁTICA - nesse caso não é possível determinar a origem ou a causa do desvio da coluna, sendo que alguns pesquisadores e especialistas atribuem múltiplas causas associadas à condição.

O desvio colunar idiopático pode ser dividido de acordo com a faixa etária que o paciente apresenta os sinais:

INFANTIL – do nascimento até os 2 anos de idade: é uma condição rara e os fatores mais estimados são a posição de nascimento e a posição que o bebê, após o parto, mantém ao dormir. Nessa fase, a escoliose leve acomete mais meninos e tende a se resolver com medidas simples, como o alongamento;

JUVENIL – dos 3 aos 9 anos de idade;

ADOLESCENTE – dos 10 aos 18 anos de idade: curvaturas menores (escoliose leve) ocorrem em proporções semelhantes entre meninas e meninos, mas os desvios mais acentuados acometem 4 pacientes do sexo feminino para cada 1 do sexo masculino;

ADULTO –  após os 18 anos de idade: ocorre após a formação completa dos ossos. Alguns estudos classificam o tipo como Escoliose Idiopática do Adulto (EIA).

No entanto, atualmente alguns pesquisadores e especialistas utilizam outra subclassificação para a escoliose idiopática, dividindo-a em:

PRECOCE – até os 5 anos de idade: o quadro tem maior impacto na formação do coração e pulmões, podendo gerar problemas na vida adulta;

TARDIA – após os 5 anos: apesar de comprometer a qualidade de vida, o quadro que ocorre após os 5 anos tende a não impactar de modo severo na saúde cardíaca e respiratório do paciente, pois os órgãos já estão quase ou completamente formados.

Há pacientes que são mais suscetíveis ao encurvamento da coluna, sobretudo durante a puberdade, devido ao crescimento corporal (chamado de estirão).

Nesse período da adolescência, o corpo tende a apresentar rápido crescimento, que pode acentuar a curvatura indevida da estrutura vertebral, mas, ainda assim, nem sempre há sintomas (como dores ou desvio perceptível).

Gostou das dicas? Quer saber mais? O Fisioterapeuta Maikon Mendes Miranda atende de segunda a sexta a partir das 17 horas na Clínica Espaço Saúde/ProVita na Av. Emília Miranda Grando, próximo a sede da OAB em Guaçuí-ES.

Para marcar uma consulta ou um atendimento ligue, ou mande uma mensagem via WhatsApp, para (28) 99955-3594

Tem dúvidas, quer sugerir algum tema para as próximas semanas? Envie um e-mail para maikonmendesft@gmail.com

E não se esqueça de deixar seu comentário. Até a próxima semana!

Fonte: minuto saudável




Cultura


PEÇA DE INCENTIVO À LEITURA PARA ALUNOS DO MUNICÍPIO



O Coletivo Guaçuí em Cena, surgido das oficinas do Ponto de Cultura “Gota, Pó e Poeira”, começa nesta terça feira, dia 18 de fevereiro, uma série de dez apresentações gratuitas, para estudantes das escolas municipais e estaduais, tendo como objetivos facilitar o acesso dos mesmos aos equipamentos culturais, formação de plateia e, ao mesmo, exercitar o processo de profissionalização dos atores no mercado das artes cênicas.

Esse grupo passou pelo processo de formação nos anos 2017/2018, alguns integrantes até de períodos anteriores quando apoiados pela Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo e Ministério da Cultura, que resultou na montagem de “O menino que virou história”, contemplado pelo edital nº 004/2018, da Secult-ES com o Funcultura,  para Coletivo Artísticos Juvenis.

O histórico do coletivo




“O menino que virou história”, é um espetáculo montado em 2018 atendendo ao pedido de uma escola do município de Guaçuí que buscava um texto que falasse da importância dos livros na vida de cada pessoa, principalmente na vida do estudante. Com isso, o grupo que já havia trabalhado juntos no espetáculo “Entreatos de Amor e Humor” resolveu investir no texto de Nanna Castro.



Para esse projeto estritamente, o coletivo pretende levar a cinco escolas do município de Guaçuí as apresentações dessa montagem, visando ao incentivo à leitura e ao mesmo tempo à formação de plateia. Nesse caso, outro ponto a ser considerado é a prática que todos os envolvidos no elenco e técnica terão ao ser propiciado a eles uma espécie de temporada, visto que no Espírito Santo isso é quase impossível, e no interior é mais complexo ainda.

Abertura da temporada de 2019



Acredita-se com esse projeto que contempla 10 apresentações, o núcleo formado por jovens atores entre 17 a 24 anos, terá uma oportunidade de exercitar o que aprenderam ao longo de três anos, fortalecendo o seu fazer cultural rumo à profissionalização. E o resultado disso será o reconhecimento posterior de ser uma companhia.

A primeira apresentação da peça será destinada aos alunos da Escola Municipal Isaura Marques da Silva, de 1º ao 9º ano do ensino fundamental, e também da Escola Municipal São Geraldo. No elenco estão Luiz Carlos Oliveira, Scarlaty Couzi, Ludmila Mendonça, Sayonara, Lucas Almeida, Matheus Soares e Kaio Serafim.

Já no domingo, o Coletivo mostra abre oficialmente a temporada teatral do Fernando Torres de 2019, às 16 horas. Vale a pena conferir!

Carlos Ola, Professor, ator, redator e diretor teatral.




terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Saúde


Sinais de atenção durante a gestação



A gestação é um período de tantas mudanças no corpo feminino que nós quase nunca sabemos o que é normal. Existem alguns sinais e sintomas que devem servir de alerta para a grávida. O que fazer se eles surgirem?


·         Sangramentos vaginais

Até 14 semanas de gravidez, sangramentos vaginais em pequena quantidade podem ocorrer sem prejuízo para a gestação. Esses sangramentos normalmente ocorrem pela fragilidade do colo do útero durante a gestação. Sangramentos vaginais também podem ocorrer em casos de abortamentos evitáveis ou não-evitáveis e problemas placentários.

 O que fazer em casos de sangramentos vaginais durante a gestação?
Procurar atendimento médico e realização de ultrassonografia obstétrica para avaliação da gestação.

·         Enjoos com vômitos importantes

Existe uma alteração da gravidez chamada de hiperemese caracterizada por enjoos e vômitos tão importantes que impedem a gestante de se alimentar e ingerir líquidos. Quadros graves podem levar a desidratação importante e alterações no sangue.

 O que fazer quando os vômitos impedem de ingerir líquidos durante a gestação?
Procurar atendimento médico para avaliar a necessidade de internação e realização de exames laboratoriais.

·         Ardência urinária

Por causa das alterações hormonais da gravidez, a gestante apresenta maior risco de desenvolver infecção urinária. Quadros graves de infecções urinárias podem levar ao rompimento da bolsa das águas que protegem o feto, trabalho de parto prematuro e infecções fetais. Normalmente a infecção urinária aparece como ardência ao urinar associada a febre e ou dores abdominais em baixo ventre.

 O que fazer quando sentimos algum sintoma de infecção urinária?
Procurar atendimento médico para avaliação diagnóstica e tratamento

·         Diminuição da movimentação fetal

A partir de 18 semanas, a gestante pode começar a sentir as movimentações fetais. No início, são movimentos leves que vão se tornando mais fortes e perceptíveis com o decorrer da gestação. Após 34 semanas de gestação, o feto ativo se movimenta cerca de 6 vezes em 1 hora, após a alimentação materna.

 O que fazer se o feto não se movimentar nos últimos 3 meses de gestação?
A mãe deve comer alguma coisa e após cerca de 30 minutos, deitar com o lado esquerdo na cama e observar a movimentação fetal. Se em até 1 hora de observação, o feto se movimentar 6 vezes, está normal. Uma movimentação menor que isso ou a falta de movimentos deve servir de alerta e a gestante deve procurar atendimento médico para avaliação.

·         Pacientes com aumento de pressão arterial

Pacientes que tem pressão alta ou que desenvolveram pressão alta na gestação devem ficar alertas para alguns sintomas importantes que podem estar relacionados com complicações. Dores de cabeça que não melhoram com medicação, principalmente se localizadas na nuca. Dores fortes na região do estômago. Alterações visuais como borramento e pontos brilhantes na visão.

 O que fazer se surgirem os sintomas que podem ser de pressão alta complicada?
Procurar atendimento médico para avaliação diagnóstica e tratamento.

·         Trabalho de parto
Os principais sinais e sintomas de trabalho de parto são: sangramento vaginal, perda de grande quantidade de líquido vaginal e dores abdominais chamadas de contrações.
O sangramento vaginal do trabalho de parto começa como uma secreção mucoide sanguinolenta que vai aumentando e próximo ao parto, pode sangrar bastante.

A rotura da bolsa das águas que protege o feto pode ocorrer antes ou durante o trabalho de parto. Normalmente é uma perda de grande quantidade de líquido vaginal que continua saindo até o parto.
As contrações de trabalho de parto são endurecimento do útero associado a dor em baixo ventre ou sensação de desejo de evacuar. Elas começam de forma esparsa e vão ficando cada vez mais frequentes.

 O que fazer se surgirem os sinais ou sintomas de trabalho de parto?
Antes de 37 semanas de gestação, qualquer sinal ou sintoma de trabalho de parto deve ser motivo para avaliação médica de urgência na maternidade.
Após as 37 semanas de gestação, o feto já está maduro e o parto pode acontecer sem problemas. Não é necessário desespero e a procura de atendimento médico pode esperar um pouco mais, até que o trabalho de parto esteja mais avançado. Nesses casos, sangramentos vaginais mais importantes, perdas de líquidos vaginais abundantes e pelo menos 3 contrações bem dolorosas em um período de 10 minutos de observação são os alarmes para a procura de atendimento médico na maternidade.




Cultura


A HERANÇA QUE A CULTURA DEIXA NA SOCIEDADE

Cultura significa todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membro.
Cada país tem a sua própria cultura, que é influenciada por vários fatores. A cultura brasileira é marcada pela boa disposição e alegria, e isso se reflete também na música, no caso do samba, que também faz parte da cultura brasileira, considerado um grande patrimônio imaterial e que completou recentemente seus 100 anos.

Os antigos carnavais de Guaçuí



E Guaçuí já foi berço de grandes sambistas, boas escolas de samba, grandes carnavais e bailes tradicionais no Guaçuí Tênis Clube e no antigo Salão do Pedro Antônio, de que se recordam muitas pessoas da época. As ruas e os clubes viviam uma atmosfera de folia, com muitos mascarados, fantasias bem originais e luxuosas, bandas tocando marchinhas e ruas decoradas. Eram ambientes tranquilos, alegres e familiares!



Cultura também é definida em ciências sociais como um conjunto de ideias, comportamentos, símbolos e práticas sociais, aprendidos de geração em geração através da vida em sociedade. O grande problema de hoje é que a geração passada não transmite mais os mesmos valores que seus pais lhes ensinaram. E a memória vai aos poucos esquecidas e é preciso que a escola faça o papel de transmissor dessa herança.

Uma nova geração musical de exemplo



Recentemente a Escola Antonio Carneiro Ribeiro, na abertura de seu ano letivo, no dia 05 de fevereiro trouxe ex-alunos para tocar e saudar a chegada de seus estudantes. A ideia foi mostrar que aqueles que um dia deixaram os seus bancos escolares avançaram nas artes e que podem ser espelho para que outros alunos também prossigam.



Os integrantes da Banda Terceira Fase – Pedro Henrique e Carlos Gabriel – tocaram alguns rocks nacionais, levando aos estudantes um ritmo que perdeu força nos últimos tempos, mas mantém sua resistência e quer estar no seu lugar de destaque. Vale ressaltar que a banda completa tocou no Pub, na última sexta feira. Já Vitória Ribeiro mostrou a beleza da MPB brasileira, na escolha de letras mais profundas e sensíveis, saindo do lugar comum.

Com isso se mostra que a principal característica da cultura é o mecanismo adaptativo, que consiste na capacidade que os indivíduos têm de responder ao meio de acordo com mudança de hábitos, sobretudo resistindo ao consumismo sem freio e aos produtos descartáveis.

Um novo espetáculo teatral



É o caso do espetáculo “O Acerto de Contas”, que estreia em março no Teatro Fernando Torres, ao trazer a conhecida história de Otelo, porém numa nova roupagem, em que se sobressaem o exercício interpretativo dos atores e um texto mais  intimista. A apresentação será no dia 23 de março, às 20 horas.


Carlos Ola, Professor, ator, redator e diretor teatral.



sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Esportes e prevenção do câncer de próstata


O câncer de próstata é o segundo mais comum em homens, com quase um milhão de novos casos diagnosticados todos os anos no mundo. É um câncer curável, que pode variar de tumores de crescimento lento (mais comuns) aos agressivos, que progridem rapidamente. Por isso, o diagnóstico precoce da doença é crucial. O câncer de próstata encontrou uma incidência seis vezes maior nos países ocidentais do que nos países não ocidentais, onde os fatores relacionados ao estilo de vida, dieta, genética e meio ambiente são considerados um papel fundamental.
Os pesquisadores descobriram que a baixa ingestão de carboidratos refinados e o aumento do consumo de ômega-3, proteína de soja, chás verdes, café, romã, resveratrol (presente em framboesas, mirtilos, uvas e vinho) e tomates podem reduzir o risco de câncer de próstata. Este padrão alimentar saudável inclui um alto consumo de frutas e vegetais e uma ingestão reduzida de carboidratos refinados (que podem ser substituídos por grãos integrais), carnes vermelhas cozidas demais, além de gorduras totais e saturadas.
De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), vários estudos também mostraram que o exercício é efetivo para diminuir o risco de câncer de próstata, apressar a recuperação do câncer já diagnosticado e diminuir as chances de recorrência. Um estudo descobriu que o exercício rigoroso, como participar de um esporte competitivo, parece dificultar a progressão do câncer de próstata em homens com mais de 65 anos.
Ana Paula Simões é Professora Instrutora da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e Mestre em Medicina, Ortopedia e Traumatologia e Especialista em Medicina e Cirurgia do Pé e Tornozelo na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. É Membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia; da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé, da Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte; e da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte.

Enviado por Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo
Rua Dr. Cesário Motta Jr., 61 - Vila Buarque - São Paulo (SP).